https://doi.org/10.31011/reaid-2021-v.95-n.33-art.875 Rev Enferm Atual In Derme v. 95, n. 33, 2021 e-021017 ARTIGO ORIGINAL ADOLESCENTS RESILIENCE WITH TYPE 1 DIABETES MELLITUS RESILIÊNCIA DE ADOLESCENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 1 Rosimara de Oliveira Queiroz 1 * Bianca Machado Cruz Shibukawa 2 * Maria de Fátima Garcia Lopes Merino 3 * Vanessa Paula Lanjoni 4 * Marcela de Oliveira Demitto 5 * Amanda Valese Coelho 6 * Ieda Harumi Higarashi 7 ABSTRACT Objective: to analyze the resilience of adolescents diagnosed with DM1 treated at an endocrine pediatric clinic. Method: This is an exploratory, descriptive study with a qualitative approach. The study was carried out with 16 adolescents diagnosed with DM1 treated at the Pediatric Endocrinology Clinic of a Regional University Hospital in northwestern Paraná. Potential participants were then contacted by phone and invited to participate in the study. The Scale Resilience was used to measure levels of positive psychosocial adaptation in the face of diabetes. Results: scores were found in the range of 114 to 149, showing that they have a high level of resilience according to the scale used. Conclusion: such knowledge, about the resilience developed by these adolescents in relation to DM1, can offer elements that allow a more adequate approach with these young people, contributing to the improvement of the quality of care. Thus, when planning adolescent care, based on the identification of weaknesses and real needs of this clientele, it is essential to the effectiveness of health promotion actions. Keywords: Type 1 Diabetes Mellitus; Adolescent; Health education. RESUMO Objetivo: analisar a resiliência de adolescentes com diagnóstico de DM1 atendidos em ambulatório de endócrina pediatria. Método: Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, de abordagem qualitativa. O estudo foi realizado com 16 adolescentes diagnosticados com DM1 atendidos no Ambulatório de Endocrinologia Pediátrica de um Hospital Universitário Regional do noroeste do Paraná. Os potenciais participantes foram então contatados por telefone e convidados a participar do estudo. Utilizou-se a Escala de Resiliência para medir níveis de adaptação psicossocial positiva em face ao diabetes. Resultados: encontrou-se escores na faixa de 114 a 149, denotando que eles apresentam um alto nível de resiliência de acordo com a escala utilizada. Conclusão: tal conhecimento, acerca da resiliência desenvolvida por estes adolescentes frente ao DM1, pode oferecer elementos que permitam uma abordagem mais adequada junto a estes jovens, contribuindo para a melhoraria da qualidade da assistência. Assim, ao se planejar o cuidado ao adolescente, pautado na identificação de fragilidades e necessidades reais desta clientela é elemento essencial à efetividade das ações de promoção de saúde. Palavras-chave: Diabetes mellitus tipo 1; Adolescente; Educação em saúde. 1 Doutoranda em enfermagem no Programa de Pós-Graduação na Universidade Estadual de Maringá. Maringá, Paraná, Brasil. E-mail: rosi.mdc@hotmail.com 2 Doutoranda em enfermagem no Programa de Pós-Graduação na Universidade Estadual de Maringá. Maringá, Paraná, Brasil. E-mail: bih.cruuz@gmail.com 3 Professora doutora no Programa de Pós-Graduação em enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Maringá, Paraná, Brasil. E-mail: fatimamerino@gmail.com 4 Enfermeira do Hospital e Maternidade Santa Casa de Maringá. Maringá, Paraná, Brasil. E-mail: vanessa_lanjoni@hotmail.com 5 Professora doutora no Programa de Pós-Graduação em enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Maringá, Paraná, Brasil. E-mail: mar_demitto@hotmail.com 6 Enfermeira especialista em Saúde da Família. Universidade Estadual de Londrina, Londrina, Paraná, Brasil. E-mail: amandavalesecoelho@hotmail.com 7 Professora doutora no Programa de Pós-Graduação em enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Maringá, Paraná, Brasil. E-mail: ieda1618@gmail.com