1074 EDUCAR PARA A VIDA: ESPAÇOS DE FORMAÇÃO HUMANA E EMANCIPAÇÃO, UM DESAFIO CONSTANTE Rosimeiry Souza Santana Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Brasil Endereço eletrônico: rosysantana007@hotmail.com Rosilda Costa Fernandes Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Brasil Endereço eletrônico: fernandesrosilda@bol.com.br Arlete Ramos dos Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Brasil Endereço eletrônico: arlerp@hotmail.com INTRODUÇÃO O trabalho intitulado Educar para a vida: Espaços de formação humana, emancipação, um desafio constante, tem como objetivo apresentar algumas organizações educativas que se propõem à formação humana, na perspectiva da “emancipação do sujeito”, assim como analisar a relevância dessas instituições para a educação na sociedade. Sabe-se que o advento do capitalismo trouxe, em seu processo de evolução, a necessidade de ampliar os olhares sobre as diversas dimensões do trabalho, assim como a produção de conhecimento teórico e científico acerca dessa temática. Sendo assim, as questões provenientes do trabalho entram em cena como temática e componente de estudo das ciências humanas, principalmente quando retratadas em congruência com as dimensões da exclusão e da desigualdade social, pois o “[...] o ato de produção e reprodução da vida humana realiza-se pelo trabalho. É a partir do trabalho, em sua cotidianidade, que o homem torna-se ser social, distinguindo- se de todas as formas não humanas” (Antunes, 1995, p.121). De acordo com as leituras realizadas da obra de Marx, (1983, p.153) é esse mesmo trabalho que expõe o homem e a mulher a uma condição de alienação, [...] o trabalho é exterior ao trabalhador, ou seja, não pertence à sua essência. Por conseguinte, não é a satisfação de uma necessidade, mas somente um meio para satisfazer necessidades fora dele. É nesse contexto que consideramos, que a educação enquanto processo de formação humana toma um lugar de grande relevância social, quando as contradições relacionadas ao trabalho aparecem e os conflitos tornam-se necessários na conjuntura de lutas por direitos. Portanto