Cadernos BAD, 2014, N. 2, jul-dez, pp. 143-147 R R e e c c u u r r s s o o s s E E d d u u c c a a c c i i o o n n a a i i s s A Ab b e e r r t t o o s s e e m m b b i i b b l l i i o o t t e e c c a a s s u u n n i i v v e e r r s s i i t t á á r r i i a a s s b b r r a a s s i i l l e e i i r r a a s s : : e e x x p p l l o o r r a a n n d d o o a a ç ç õ õ e e s s e e t t e e n n d d ê ê n n c c i i a a s s Sonia Cruz-Riascos Universidade Federal de Pernambuco bolsista PDJ CNPq sonia.cruzriascos@gmail.com Laura Vilela Rodrigues Rezende Universidade Federal de Goiás FAPEG lauravil@gmail.com Werônica Yamacyra Cordeiro Universidade Federal de Goiás weronicabiblio@gmail.com *Pesquisa apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Brasil; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG); Universidade Federal de Pernambuco; Universidade Federal de Goiás. Introdução Este artigo trata da relevância da preservação digital no âmbito das bibliotecas em Universidades Federais Brasileiras, particularmente sobre a implantação de repositórios direcionados para os objetos digitais. A Iniciativa de Conteúdo Aberto, mais conhecida como Recursos Educacionais Abertos (REA), teve sua primeira definição propaganda pela The William and Flora Hewlett Foundation: ‹‹são recursos de ensino, aprendizagem e pesquisa de domínio público ou que tenham sido liberados sob licença de propriedade intelectual e permitam sua livre utilização, adaptação e redestinação por terceiros […]›› (WILLIAM, 2002, p. 1). Ao compreender o conceito de educação aberta como o ato de disponibilizar o livre acesso ao aprendizado por meio de tecnologias de informação e comunicação de forma brought to you by CORE View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk provided by Publicações BAD (Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - E-Journals)