27 2.1 INTRODUÇÃO Inicialmente neste capítulo será deinido a abordagem adotada pelo estudo ao termo mobilidade e interatividade. Em seguida se apresentará as características inerentes a um dispositivo móvel de acordo com Jones e Marsden (2006), Gorlenko e Mer- rick (2003), Weiss (2002) e Cybis et al. (2007). Baseado nestes autores será propos- to a concatenação de tais características a im de determinar o grau de mobilidade da interação oferecida pelos dispositivos. A título de exemplo será feita uma análise comparativa entre diversos tipos de aparatos computacionais, como desktop, laptop, tablet, smartphone e Mp4 player. 2.2 MOBILIDADE E INTERAÇÃO O avanço dos aparatos tecnológicos possibilita que a interação pessoa-a-pessoa, pes- soa-dispositivo e pessoa-contexto seja dinâmica, ou seja, se altere e se reconigure a cada inovação. Dessa forma, a classiicação do nível de interatividade e do nível de mobilidade que a interação proporciona pode ser alterada a cada paradigma tecno- lógico que é rompido, mudando a forma das pessoas perceberem a tecnologia à sua volta (FOGG e ECKLES, 2007). Sendo assim, pretende-se determinar na sequência o que pode ser conside- rado como interação móvel, ixa ou híbrida. Mas para tal, é necessário compreender o conceito de mobilidade e de interatividade. 2.2.1 Mobilidade A mobilidade existe para sanar a carência que o homem possui de se deslo- car física e mentalmente, alterando sua noção de tempo e espaço (FARIA, 2008). De CAPÍTULO DOIS | 2 | Dispositivos de Interação Móvel (DIM) Capítulo retirado da Dissertação de mestrado de André Pottes Citação: POTTES, André. 2012. Animação Multimídia de Instrução (AMI) visualizada em Dispositivo de Interação Móvel (DIM):Um estudo exploratório acerca da influência da flexibilidade de interação sobre a visualização da informação e a realização da tarefa. Dissertação de Mestrado em Design. Data de Desfesa 29/02/2012. PPGDesign, UFPR, Curitiba.