Sara Rodrigues Lopes, Karol Rodrigues Maes, Mauro Luís Vieira 1 www.psicologia.pt Documento produzido em 29.04.2012 [Trabalho de Curso] BRINCAR, REGRAS E LIMITES: UMA INTEGRAÇÃO POSSÍVEL 2011 Sara Rodrigues Lopes Graduanda do curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina. Atuou em 2010 no projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina, denominado “Implantando uma cognoteca para o desenvolvimento cognitivo em uma creche”. Em 2011, ingressou no projeto “Brinquedo-ação: aprendendo e se divertindo com brinquedos VII”, atividade de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) sarinhah_rl@hotmail.com Karol Rodrigues Maes Graduanda do curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina. Foi estagiária no Grupo de Teatro do CAPS de Florianópolis, em 2010 e, entre este ano e 2011, atuou como tutora de Ead na Sead – Secretaria de Educação a Distância da Universidade Federal de Santa. Ainda em 2011, ingressou no projeto “Brinquedo-ação: aprendendo e se divertindo com brinquedos VII”, atividade de extensão vinculada à Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil) karola_rodrigues@hotmail.com Mauro Luís Vieira Professor do Departamento de Psicologia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Obteve o título de doutor em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo. Pós- doutorado na Dalhousie University em Halifax (Canadá). Trabalha na linha de pesquisa sobre cuidados parentais e desenvolvimento infantil no Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFSC. Coordena o Núcleo de Pesquisa sobre Desenvolvimento Infantil. maurolvieira@gmail.com RESUMO As relações sociais demandam normas, fronteiras, restrições. Isso conduz à importância, no desenvolvimento e educação infantil, de regras e limites em variados contextos, inclusive no brincar. Diante disso, visa-se caracterizar, a partir de um relato de experiência, as regras presentes em uma brinquedoteca do município de Florianópolis. Essas foram agrupadas nas seguintes categorias: organização da brinquedoteca, cuidado com objetos e respeito aos colegas. Os resultados evidenciam que, embora lúdico seja caracterizado como uma atividade livre, as regras devem estar presentes, visando a segurança, a convivência social bem sucedida e um local adequado para brincar. É possível, então, a criação de um ambiente no qual o brincar e as regras deixem de ser entendidos como aspectos dicotômicos, para serem vistos como indissociáveis, contribuindo, conjuntamente, para o desenvolvimento saudável da criança. Palavras-chave: Regras, limites, brincar, desenvolvimento infantil, creche