A República de An- gola e a República Popular da China celebram este ano trinta anos de estabelecimento de relações diplo- máticas. Remon- ta, com efeito, a 12 de Janeiro de 1983 a assinatura do acto formal de re- conhecimento di- plomático trocado entre os dois paí- ses, solenidade que não deve esquecer, todavia, as rela- ções históricas muito anteriores cerzidas também entre equívocos muitos durante o período de luta de libertação nacio- nal angolana. Uma história ainda por reconstruir, pro- vavelmente a refazer com rigor através da distância e do equi- líbrio que se ganha com o tempo, mas que normalmente se perde em memó- ria. Recorde-se que a China acom- panhou infor- madamente o período que, entre 1956 e 1960, vai estruturando o pro- cesso histórico que conduziu à fundação do Movimento Popu- lar de Libertação de Angola através da progressiva fusão de vários pequenos movimentos nacio- nalistas: o Partido Comunista de Ango- la (PCA, criado ain- da em 1955), o Partido de Luta Unida dos Africanos de Angola (PLUAA, fundado em 1956), o MIA (Movimento para a In- dependência de Angola, organizado à roda de 1957), o MINA (Movimento pela Independência Nacional de Angola, apa- recido em 1958) e a Frente Democrática lusofonias nº 05 | 15 de Julho de 2013 Este suplemento é parte integrante do Jornal Tribuna de Macau e não pode ser vendido separadamente COORDENAÇÃO: Ivo Carneiro de Sousa TEXTOS: • A China na Reconstrução de Angola (2002-2010) • A Parceria Estratégica entre a China e Angola (2010-2013) • Angola-China e o Fórum de Macau • Trinta Anos com Futuro • Ainda mais compromissos e apoio do Governo da RAEM • Parabéns a Você e Muitos Anos de Vida Dia 22 de Julho: Será algum dia de seda o bicho da Lusofonia? APOIO: 30 anos de relações diplomáticas