PARQUES MUNICIPAIS EM AVALIAÇÃO: uma aplicação do método de valoração contingente para o município de Anápolis/Go CASTRO, JOANA D’ARC BARDELLA (1); CASTRO, MÁRIO CESAR GOMES (2) 1. Universidade Estadual de Goiás – UEG. Curso de Ciências Econômicas. Doutoranda em Economia pela UNB. Avenida JK, 146, Bairro Jundiaí, Anápolis – Goiás. joanabardella@brturbo.com.br 2. Universidade Estadual de Goiás – UEG. Curso de Ciências Econômicas. Doutorando Políticas Públicas e Estratégias de Desenvolvimento pelo IE/ UFRJ. Avenida JK, 146, Bairro Jundiaí, Anápolis – Goiás. mariocastro@ueg.br (*) Bolsistas: Leila Cintra- PIBIC- UEG, Mariany Vieira – PVIC- UEG, Rafaela Lopes – PVIC- UEG RESUMO As áreas urbanas são constituídas por espaços construídos, espaços livres e espaços de integração urbana. As áreas verdes urbanas têm se constituído como alternativa para preservação e são os espaços em que há predomínio de vegetação arbórea. O Método de Valoração Contingente em sido amplamente utilizado para estimar os impactos ambientais de bens e serviços não comerciais. E estima o valor de uso, não uso, opção e existência, dos bens o que outros métodos não fazem. A valoração econômica busca corrigir falhas de percepção dos tomadores de decisões sobe os custos de oportunidade monetizando. Quanto ao método esta é uma pesquisa de campo com abordagem quantitativa, descritiva exploratória com delineamento transversal e emprega a ferramenta econométrica com o modelo econométrico logit. A amostra consta de 400 questionários aplicados nos quatro principais parques. A disposição a pagar pelos parques é em média R$ 5,15 por pessoa. O que influenciou a DAP foi idade e o local de moradia e instrução. O que mais gostariam de preservar é a qualidade da água e espaço de lazer. Palavras-chave: Valoração contingente; Parques Urbanos; Anápolis.