1 Abstract— The evolution of the computer networks is visible. New technologies are created and standardized very quickly. The observed tendency is the development of communications structures with simple access to easy users’ connection. The mesh networks were created with the objective to be dynamics with quickly and safe user insertion. But, the dynamism found in the mesh networks creates many challenges to the developers and engineers. One of these challenges is the choice or development of one routing algorithm that satisfy all the requirements of the different topologies which may form a mesh network, e.g. one wired network working at the same time with a mobile network. This work has the objective to present the results of the MANETs routing protocols performance evaluation in a mesh topology. Keywords— Mesh Networks, Routing protocols, Simulation and evaluation. I. INTRODUÇÃO S tecnologias sem fio estão sendo cada vez mais utilizadas devido à praticidade que as mesmas representam ao, por exemplo, possibilitarem a comunicação entre dois pontos distintos que uma tecnologia física não conseguiria. Uma das formas de utilização dessas tecnologias sem fio é na estruturação de redes mesh. O interesse no uso de redes mesh tem crescido nos últimos anos devido às virtudes e vantagens dessa tecnologia. As redes mesh sem fio possuem caráter estático e com pouca, ou nenhuma, mobilidade, com o foco de formar uma infra- estrutura para a obtenção de determinado serviço que pode ser destinado a diversos tipos de redes, como, por exemplo, o acesso à Internet [1]. Dentre as características das redes mesh, pode-se destacar [1] [2] [3]: (a) objetiva aumentar a capacidade de cobertura das atuais redes sem fio sem sobrecarregar o canal de comunicação; (b) o investimento inicial é baixo, sem a necessidade da instalação de cabos; (c) o aumento da estrutura da rede é dinâmico e ocorre de acordo com a necessidade e com o crescimento do número de clientes da mesma; (d) diferente de uma rede ad-hoc a mobilidade dos nodos mesh é muito pequena ou nula; (e) e a utilização de múltiplos Antônio Carré da da Fontoura graduado em Ciência da Computação pela Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS, Brasil (antonio.dafontoura@gmail.com). Ricardo de Oliveira Schmidt graduado em Ciência da Computação pela Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS, Brasil (super.ismiti@gmail.com). Marco Antônio Sandini Trentin docente do curso de Ciência da Computação da Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS, Brasil (trentin@upf.br). gateways faz com que seja possível uma eliminação dos pontos de falhas e os problemas encontrados no roteamento, como perda de rotas, são facilmente contornados. De acordo com [4], o fluxo da comunicação em uma rede mesh é heterogêneo devido à função de a rede prover um determinado serviço. O fluxo da comunicação na rede é direcionado aos nodos mesh que provêem esse serviço. As redes mesh possuem seu foco na infra-estrutura, em dispositivos estáticos, na confiabilidade, na capacidade da rede e na distribuição prática, diferindo das redes ad hoc que possuem foco no usuário final e mobilidade [1]. II. ROTEAMENTO EM REDES MESH Roteamento é a parte do software da rede que determina o caminho de saída a ser tomado por um pacote de entrada em determinada situação [5]. O roteamento em redes mesh necessita de algoritmos muito complexos. De acordo com [1] e [2], um algoritmo de roteamento deve considerar: (a) a queda de links não deve interferir na funcionalidade da rede de comunicação; (b) balanceamento de carga através da distribuição do tráfego na rede; (c) baixa sobrecarga de roteamento a fim de não comprometer a baixa capacidade de transmissão em uma rede sem fio; (d) e ser capaz de se adaptar a vários gateways e a um variável número de nodos sem danos no desempenho da rede. O uso de múltiplos caminhos na distribuição da carga não é suficiente para uma rede mesh atingir seu desempenho ideal [6]. De acordo com [1], o uso de roteamento com técnicas de Qualidade de Serviço (QoS) e a utilização de nodos redundantes permite maior escalabilidade, menor overhead e maior tolerância a falhas. Apesar da existência de propostas que poderiam ser aplicáveis às redes mesh como, por exemplo, em [7], ainda há poucas soluções concretas relativas a protocolos de roteamento desenvolvidos especificamente com a preocupação em QoS e, principalmente, voltados à essas redes. A falta é ainda maior ao tratar-se de protocolos de roteamento de código aberto (open source). III. METODOLOGIA DAS SIMULAÇÕES A. Topologia da rede simulada Com o objetivo de analisar alguns protocolos de roteamento projetados para redes ad hoc em uma topologia mesh, foi utilizado um cenário baseado em um backbone universitário. A topologia simulada é baseada em um cenário real composto pela rede de comunicação da Universidade de Passo Fundo (UPF), a qual possui seis campi em diferentes cidades. A simulação atendeu fielmente o posicionamento geográfico de A Simulation of Ad-hoc Routing Protocols in an Interurban University Mesh Network A. da Fontoura, R. Schmidt, M. Trentin 122 IEEE LATIN AMERICA TRANSACTIONS, VOL. 7, NO. 1, MARCH 2009