1 A QUESTÃO DA UNIDADE MÍNIMA NO PLANEJAMENTO LOCAL E O LUGAR DO DESENHO URBANO: UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA CESARINO, Gabriela (1) (1) Mestranda, bolsista CAPES MACKENZIE – PPGAU. Brasil, gcesarino@hotmail.com SILVA, Luciano Albamonte da (2) (2) Mestrando, bolsista CAPES, MACKENZIE – PPGAU. Brasil, lucianoalbamonte@gmail.com INTRODUÇÃO Acertar a escala tem sido o mantra dos urbanistas e arquitetos há tempos. 1 Galina Tachieva, 2011. Este artigo propõe definir uma genealogia (conforme FOUCAULT, 1971) que nos permita rever as concepções de Unidade Mínima no campo do planejamento e do desenho urbano, através de um panorama histórico das definições teóricas do objeto e das escalas de intervenção no espaço urbano. A partir de um panorama cronológico (inspirando-nos em CROSS, 2001), que se inicia com os modelos defendidos pelo Urbanismo Racionalista do século XIX até os conceitos da Cidade Compacta dos dias de hoje, procuraremos definir, para cada período, a proposição de uma figura conceitual comum a todos: a Unidade Mínima de Planejamento (UMP) utilizada. Pretendemos analisar as definições de alguns autores clássicos 2 e como eles têm respondido à diversidade e mudanças das várias escalas temáticas dentro das diferentes Unidades de Planejamento. Para tanto, organizamos uma matriz de 1 “Getting the urban scale right has been the mantra of planners and architects for ages.” Tradução dos autores. 2 Clássico no sentido de referencial e notadamente reconhecido.