3º Simpósio Internacional de Informática Educativa 334 MÚLTIPLO MEDIA - PRODUÇÃO SINCRONIZADA DE MÚLTIPLAS VISTAS Pedro C. C. Pimenta pimenta@dsi.uminho.pt Departamento de Sistemas de Informação Escola de Engenharia Universidade do Minho 4800 Guimarães * PORTUGAL - EU Palavras-chave: múltiplo media, diversidade cognitiva, Teoria da Flexibilidade Cognitiva. Resumo: As características da edição digital permitiram à world wide web (www) adquirir o estatuto de principal disseminador de informação, em conjunto com a televisão, o rádio e a imprensa. Nas comunidades universitárias, os professores usam vários media (papel impresso, endereços e/ou sites web) para disponibilizar informações para os seus alunos. Este artigo contextualiza e analisa duas perspectivas da produção de conteúdos: i) a perspectiva múltiplo media (produção sincronizada da "mesma" informação para suporte impresso e web) e ii) perspectiva múltiplas vistas (disponibilização de vários front-end para determinada informação), sublinhando esta última a dimensão temáticas dos conteúdos e recursos de uma disciplina, complementar da dimensão cronológica com que as matérias são tratadas ao longo das aulas, em coerência com a Teoria da Flexibilidade Cognitiva. Introdução No contexto de actividades de ensino/aprendizagem, a facilidade de acesso à informação 1 desempenha um papel primordial. Em geral, os professores usam informação pré-seleccionada, sob a forma de texto, para orientar e focar as actividades de aprendizagem dos alunos. Os alunos podem encontrar este material em duas formas; i) impresso (livros, revistas, apontamentos do professor) ou ii) formato digital (páginas web, CD's). Muitas vezes, a informação disponibilizada ao aluno em formato digital acaba por ser impressa de forma a facilitar a leitura, o sublinhado, a discussão com outras pessoas / colegas, etc... Para além desta, situação, alguma informação pode ser útil nos dois suportes, isto é, em papel e em formato web, em função da situação e / ou contexto. Esta dualidade é hoje claramente aceite e reconhecida, quer na sua generalidade (Jackson, 1997), quer na sua dimensão pedagógica (Sheard et al., 2000) Neste cenário, e para situações concretas de grande especificidade, o autor desenvolveu protótipos 1 Seja a informação 'objecto de estudo', seja a informação 'directrizes de estudo', 'actividades de aprendizagem', etc...