FACULDADE DE TECNOLOGIA DARCY RIBEIRO Curso: Marketing Disciplina: Metodologia do Trabalho Científico – Módulo I Prof.(a): Ms. Magda Helena Maia Aluno: Cibelly Kelly Rodrigues Maciel. Turma: 203 Resenha crítica sobre “Narradores de Javé” Filme: Narradores de Javé Gênero: Ficção / Origem/Ano: BRA/2003 / Duração: 100 min Direção: Eliane Caffé A história se passa em um vilarejo chamado Vale de Javé, uma cidade analfabeta quase por completo se não fosse por Antônio Biá, morador e funcionário dos correios, que para manter seu emprego começou a enviar cartas a todos os seus conhecidos contando mentiras e fofocas de cada morador, mas como toda mentira chega ao fim, o povoado fica sabendo e o expulsa da cidade. Até o dia em que uma notícia chega para mudar o destino daquele pacato vilarejo, em uma reunião Zaqueu, chefe do povoado, comunica a construção de uma represa, onde informa que todos terão que deixar suas casas, pois a cidade está no caminho das águas e que os engenheiros só não construiria lá se houvesse algo grande, no qual fosse tombado como patrimônio histórico. Eis que surge a ideia brilhante, que na iniciação científica se pode ter a partir da pergunta de partida, fazer algo que ninguém pensou até aquele momento, que é escrever as histórias de valor que são passadas de pessoa a pessoa, seja dos guerreiros até a fundação daquele povoado, mas para os engenheiros esse trabalho deveria ser algo científico, um processo que chega ao máximo de seu desenvolvimento com a aplicação de um método científico, algo comprovado. O povoado embora já tenha uma possível solução para o problema se veem sem saber quem iria fazer essa junção de histórias, analisa-las e escrevê-las. Quando resolvem chamar de volta ao vilarejo o único capaz de executar o trabalho, Antônio Biá. Que antes contou histórias para manter seu emprego, agora lhe é dada a chance de se redimir com o povoado, fazendo uma busca de histórias, a fim de salvar a cidade das águas. Começa então por Vicentino, que retrata da fundação do vilarejo onde Indalécio guiou os antepassados, punhado de gente valente que tinham sido expulsos de suas terras de origem a mando do rei de Portugal por interesse econômico. Mesmo ferido foi trazendo seu povo para terras distantes a procura de lugar seguro. O povo levava consigo um sino, que era a coisa mais sagrada que possuíam. Antônio Biá que gosta de inventar histórias faz uma reflexão interessante para a busca de informações, “uma coisa é o fato acontecido, outra coisa é o fato