15/03/2018 v. 5, n. 5 (2018) http://periodicos.unb.br/index.php/dasquestoes/issue/view/1854/showToc 1/3 Selecione o idioma Português (Brasil) OPEN JOURNAL SYSTEMS Ajuda do sistema USUÁRIO Login katia_pozzer Senha ••••••• Lembrar usuário Acesso NOTIFICAÇÕES Visualizar Assinar IDIOMA Submeter CONTEÚDO DA REVISTA Pesquisa Escopo da Busca Todos Pesquisar Procurar Por Edição Por Autor Por título Outras revistas TAMANHO DE FONTE INFORMAÇÕES Para leitores Para Autores Para Bibliotecários CAPA SOBRE ACESSO CADASTRO PESQUISA ATUAL ANTERIORES Capa > Edições anteriores > v. 5, n. 5 (2018) v. 5, n. 5 (2018) Editorial As questões recebem as deusas. As deusas, as questões. Que outro útero seria melhor para gestar o projeto Das Deusas, se não o da revista polifônica e multilíngue com os pés fincados na Universidade de Brasília? Só os pés... Uma revista de questões, filosofia, tradução e arte, um ventre fecundo, que nesta edição aninha linguagens e discursos em torno de deusas. Na seção ensaios, Loraine Oliveira apresenta o projeto Das Deusas: arte, gênero e filosofia. A seguir, Ana Elisa de Castro Freitas escreve e desenha Jakaira Chy Ete, deusa Mbya Guarani, sopro, palavra, inspiração. Em artigos, uma profusão de deusas, mulheres e heroínas vem povoar as páginas da revista. Gabriela Guimarães Gazzinelli enseja mostrar o processo de mitificação do Sertão, por meio de relações entre a personagem Diadorim, de Guimarães Rosa, e a deusa grega Palas Atena. Katia Pozzer analisa representações imagéticas da mesopotâmia Ištar, deusa tríplice, resultado da fusão de divindades ligadas à guerra, a virilidade, o feminino, o amor livre, o sexo. Márcia Vasques apresenta a deusa egípcia Hator, que é associada ao amor. Transformada em leoa, para destruir a humanidade, ou vista como deusa das profecias, Hator era também a senhora da música, da dança, dos banquetes, festividades e da bebida. Karina Oliveira Bezerra discorre sobre Ártemis, expondo seus aspectos principais e observando que hoje ela é adorada em religiões neopagãs, como a Wicca e o Reconstrucionismo Helênico. Ainda transitando pelo panteão grego, o próximo artigo, de Mayã Fernandes, investiga como a ninfa Calipso, na Odisseia de Homero, busca efetivar o casamento e esconder os viajantes que passam por sua ilha. Keli Pacheco, em um artigo-ensaio, lança olhares sobre Medeia, de Pasolini, e Montedemo, de Hélia Correia, observando as experiências das protagonistas nas sociedades em que vivem. O conceito de corpo, de Jean-Luc Nancy, a reflexão sobre a comunidade, de Blanchot e a noção de ruína, de Maria Zambrano, compõem o tecido das análises sobre as duas estrangeiras. Kathrin Rosenfield reflete sobre a complexidade das tramas envolvendo deusas de diversos panteões e heroínas trágicas gregas. Em panteões mais complexos, em ordens sociais mais diferenciadas, o poder feminino vai sendo cerceado e se torna mais sutil, mais sorrateiro, nos diz a autora. Fechando o conjunto de narrativas textuais, Aline Matos oferece um poema a Oxum e Luciana Gabriela Soares Santoprete apresenta um conjunto de poesias francesas que fazem referência a Iemanjá, ilustradas por Fernanda Manéa. Na seção Artes Visuais, vislumbramos traços da exposição Iemanjá, realizada no Atelier Jabutipê, em Porto Alegre, de 22 de agosto a 13 de outubro de 2017. Anico Herskovitz, Carla Magalhães, Fernanda Manéa, Lia Letícia, Roberta dos Santos, Tais Fanfa, Saionara Sosa e Zoravia Bettiol apresentaram desenhos, objetos, pinturas, vídeo e performance. Esta etapa do projeto só foi possível graças à inestimável parceria com as seguintes pessoas: Kathrin Rosenfield, que participou da coordenação e organização do evento, chancelando o projeto na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Graças a isso, recebemos apoio da Capes. Antônio Augusto Bueno, que acolheu a exposição Iemanjá e as palestras em um agradável dia de primavera, no Atelier Jabutipê. Hilan Bensusan, que com seu habitual “fera”, recebeu a ideia de um número chamado Das PHP Quick Profiler