ANA CAROLINA SILVA DE JESUS Sumário Nenhuma entrada de sumário foi encontrada. 1. Introdução As praias do Rio de janeiro são ambientes recreavos que recebem turistas do Brasil e do mundo tendo como atravo a beleza natural. No entanto a influência antropogênica não se limita somente ao proveito lúdico do ambiente já que nesses ecossistemas, principalmente o aquáco, pode haver a profusão de microrganismos patogênicos carreados pelas banhistas oriundos da avidade de recreação ou vindos do esgoto não tratado de residências ou nosocômios que circundam essas áreas. Staphylococcus aureus é um coco, gram posivo pertencente a família Staphylococcaceae, são halotolerantes e anaeróbios facultavos que pode viver como um organismo comensal na pele, no nariz e garganta. Aproximadamente 30% das pessoas saudáveis são colonizadas de forma assintomáca por S. aureus. Tal colonização é um fator de risco conhecido que causa infecção menores como abcessos na pele a endocardite e sépsis. A versalidade de S. aureus como patógeno deriva do fato de que as cepas possuem um repertório variado de fatores de virulência e resistência a anmicrobianos, um exemplo é a ilha genéca móvel denominada Cassete cromossômico estafilocócico (SCCmec - do inglês: Staphylococcal chromosome cassee) que contém o gene mecA responsável pela resistência a mecilina, cepas adquiridas em comunidade (CA-MRSA) ou adquirido em ambiente hospitalar (HA-MRSA), com destaque para CA-MRSA que tem demostrado um aumento alarmante em casos de infecções graves. A transferência horizontal de genes, que consiste com o carreamento por elementos genécos móveis (EGM) que podem ser ilhas de patogenicidade, fagos, transposons, plasmídeos e cassetes cromossômicos, de fragmento de DNA capaz de codificar enzimas repons´sveis por sua transferência e integração em outro DNA podendo codificar um ou mais determinantes de resistência e ou virulência, podem contribuir para aquisição da mesma versalidade entre espécies de mesma família representa outro grande risco. Cepas resistentes a mecilina (MRSA) ao longo dos anos foram fortemente associados com infecções relacionadas a assistência em saúde (IRAS) em pacientes imunocompromedos. No entanto, desde o final da década de 90, com a detecção de MRSA mais agressivos associados à comunidade CA-MRSA essas infecções já não estão limitadas a estas definições sendo a ocorrência de surtos em comunidades e em hospitais movo de alerta. Por sua natureza halotolerante e anaeróbia facultavas cepas de MRSA podem resisr em águas do ambiente marinho sendo uma forma de contaminação por essas cepas a população. No entanto em ambientes contaminados a diversidade de microrganismos pode apresentar um ambiente muito compevo a esses espécies, em ambientes não tão contaminados essas espécies podem obter mais sucesso para se fixar e talvez sejam biomarcadores de poluição, a averiguação tais hipóteses são o objevo do presente trabalho.