“O grande desafio é educar para a diversidade”: inclusão aos olhos de uma bidocente Jonathan Fernandes de Aguiar Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós- Graduação em Educação, Faculdade de Educação, bolsista "PROEX" Programa de Excelência Acadêmica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES Maria Vitória Campos Mamede Maia Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós- Graduação em Educação, Faculdade de Educação. Coordenadora do grupo de pesquisa Criar e Brincar: LUPEA Eixo temático: Educação Especial; Profissionalização; Programa de transição e; Trabalho Categoria: Comunicação oral Resumo: Este artigo tem como objetivo discutir quem é o professor bidocente atuante em uma instituição federal de ensino, que criou, em 2017, o cargo professor das series iniciais do Ensino Fundamental/Educação Especial. Este estudo se enquadra em um trabalho qualitativo, do tipo estudo de caso e utiliza como instrumento para coleta de dados uma entrevista semiestrutura com a primeira bidocente desta instituição e a análise das legislações sobre educação especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Concluímos, com este estudo, a importância da implementação do professor de Educação Especial e com sua inserção, o acesso e a permanência daqueles que são público-alvo da Educação Especial. Palavras-chave: Bidocência; Educação Especial; Educação Inclusiva; Introdução Inclusão é um processo, e processo não se ensina, vive-se (SANTOS, 2008, p.8) Este artigo é resultado de pesquisas do Grupo de Pesquisa Criar e Brincar: o lúdico no processo de ensino-aprendizagem- LUPEA, do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGE/UFRJ). Dentre as pesquisas deste grupo há sempre a questão do