VIS – Revista do Programa de Pós-graduação em Arte da UnB V.16 nº2/julho-dezembro de 2017,Brasília. ISSN- 1518-5494 e ISSN (versão eletrônica) – 2447-2484 397 Practicing the Rock: Field Experience and Diffractive Thinking Michele Sorensen 1 Valerie Triggs 2 Abstract: This paper presents some beginning experimentation with understanding diffraction versus refection in relation to our interest in the teacher education feld experience. We share images and inquiry from a month-long feld experience in Newfoundland, Canada, where we inquired through immersive practices into diffractive thinking and what this might actually contribute to the “feld” of teacher education pedagogy. We draw on feminist and physicist, Karen Barad (2007) who emphasizes practices of diffraction rather than more familiar practice of refection, highlighting the necessity of mapping not just difference but also the effects of difference including its potential for other movement. Many arts practice-based theorists and scholars from a variety of interdisciplinary perspectives are now turning towards the material world as a source of explanation and inspiration. Timothy Morton (2012) describes the work of art as tuning to the depth of the physical waves of the felds in which we are unavoidably inside, and then, attuning to our tuning. This is a shift from practices of refection in teacher education that situate changing selves only as social defnition and role, to one that might augmentmore participatory and sensitive feld-oriented contributions. Keywords: New materialism; Aesthetic; Geologic time; Poetic response; Subjectivity; A/r/tography. 1 University of Regina., michele.sorensen@uregina.ca 2 University of Regina., valerie.triggs@uregina.ca Vivenciando Newfoundland: experiência de campo e pensamento difrativo Resumo: Este artigo apresenta algumas experiências iniciais com a compreensão da difração versus refexão em relação ao nosso interesse no campo da experiência na formação de professores. Nós compartilhamos imagens e investigações de uma experiência de campo, de um mês, em Newfoundland, Canadá, onde investigamos por meio de práticas imersivas o pensamento difrativo e o que isso realmente pode contribuir para o “campo” da pedagogia da formação de professores. Nos baseamos na feminista e física, Karen Barad (2007), que destaca mais as práticas de difração do que as práticas de refexão, mais familiar, ressaltando assim a necessidade de mapear não apenas a diferença, mas também os efeitos da diferença incluindo o seu potencial para outros movimentos. Muitos teóricos e estudiosos das Investigações baseadas nas artes, derivados de uma variedade de perspectivas interdisciplinares, agora estão se voltando para o mundo material como fonte de explicação e inspiração. Timothy Morton (2012) descreve a obra de arte como sintonizando nas profundezas das ondas físicas dos campos em que estamos inevitavelmente dentro e, em seguida, alinhar-se a a nossa confguração. Esta é uma mudança das práticas de refexão na formação de professores que situam a nossa mudança apenas como defnição e função social, para uma que possa aumentar as contribuições mais participativas e sensíveis ao campo. Palavras-chave: Novo materialismo; Estético; Tempo geológico; Resposta poética; Subjetividade; A/r/tografa.