Caxias do Sul – RS, de 27 a 29 de Maio de 2014 II Congresso de Pesquisa e Extensão da FSG http://ojs.fsg.br/index.php/pesquisaextensao ISSN 2318-8014 DESIGN GRÁFICO E MEMÓRIA: COLETA E ANÁLISE DE REFERÊNCIAS VISUAIS Gislaine Sacchet a , Carla Farias Souza b , Gabriel Bergmann Borges Vieira c , Jocemar Tonin d a Mestra em Semiótica. Faculdade da Serra Gaúcha (FSG). gislaine.sachett@fsg.br b Mestra em Artes. Faculdade da Serra Gaúcha (FSG); carla.souza@fsg.br c Mestre em Design. Faculdade da Serra Gaúcha (FSG); gabriel.vieira@fsg.br d Graduando em Design. Faculdade da Serra Gaúcha (FSG); jocemar.tonin@gmail.com Informações de Submissão Autor Correspondente Gabriel Bergmann Borges Vieira, endereço: Travessa Alexandrino de Alencar, 50/902B – Porto Alegre – RS – CEP: 90160-030. Palavras-chave: Memória. Imagens. Design Gráfico. Referências. Semiótica. INTRODUÇÃO: O ato de fazer história está ligado ao tempo, ampliando a percepção de fatos passados para o entendimento crítico do momento presente. No Design Gráfico “as mensagens visuais e verbais caracterizam-se como discursos, suporte para que memórias sejam desencadeadas” (LIMA, 2010). O design gráfico é composto por importantes elementos visuais que podem definir a cultura visual de uma época. Esses elementos podem tanto representar o modo de vida como influenciar o imaginário dos indivíduos. Nesse enfoque, a possibilidade de reconhecer e analisar produtos gráficos e relacioná-los ao meio procura evidenciar uma memória, um resgate da cultura visual e paralelamente um acervo de referências para estudantes da área do design gráfico. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Vários autores estudados no Curso de Design como Santaella (2008), Niemeyer (2007), Löbach (2001), Gomes Filho (2006), Meggs e Purvis (2012) articulam o conhecimento determinando valores a um produto, seja ele artefato ou gráfico, conceituando que uma das esferas de valores é a relação simbólica. Partindo dessa premissa, os elementos visuais podem ser analisados pela sua competência comunicativa, pela sua capacidade enquanto signo representativo e consequentemente com seu valor em relação de memória. Para De Certeau (1982), a relação com o tempo exerce uma construção histórica estabelecendo uma grande