Míriam Estela de Souza Freire Graduação em Enfermagem Obstetrícia pela UFMT (1992), com Especialização em Saúde Pública, Epidemiologia, Docência na Área de Vigilância da Saúde, Vigilância em Saúde de Doenças Transmissíveis, Mestranda em Saúde Coletiva, Servidora da Secretaria de Estadual de Saúde de Mato Grosso e Apoiadora Projeto “Síflis Não” em Cuiabá – MT/MS/UFRN. E-mail: miriam.freire@lais.huol.ufrn.br. Susi Astolfo Graduação em Educação Física e Saúde Coletiva (UFMT). Especialista em Avaliação em Saúde e Gestão Federal do SUS, Mestra e doutoranda em Saúde Coletiva, Servidora na Superintendência Estadual do Ministério da Saúde em Mato Grosso (Seção de Apoio Institucional e Articulação Federativa). E-mail: susiastolfo@yahoo.com.br. Ruth Terezinha Kehrig Professora Associada e Pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (2001), Administradora, Sanitarista e Gestora Pública atuando na área de Políticas, Planejamento, Gestão e Avaliação de Serviços no campo da Saúde Coletiva. ruth.kehrig@gmail.com. Fabiano Lima da Silva Graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela FIC e Direito pela UNIC, Especialista em Saúde Pública, Gestão do Trabalho e Educação em Saúde, Mestre em Saúde Coletiva, Professor da Universidade de Cuiabá (UNIC), Servidor da Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) e Pesquisador do Projeto QualiRede do Instituto de Saúde Coletiva (ISC – UFMT). E-mail: fabianolimsil@gmail.com. TRAJETÓRIA DA ARTICULAÇÃO DO “PROJETO QUALIREDE” COM A RESPOSTA PARA A SÍFILIS NO MUNICÍPIO DE CUIABÁ – MATO GROSSO, 2019 TRAJECTORY OF THE ARTICULATION OF THE “PROJECT QUALIREDE” WITH THE RESPONSE FOR SYPHILIS IN THE MUNICIPALITY OF CUIABÁ - MATO GROSSO, 2019 RESUMO Diagnóstico oportuno, tratamento adequado e fortalecimento do contínuo do cuidado no enfrentamento da síflis permitem redu- zir a sua transmissão nos diversos grupos populacionais. A qualifcação do cuidado em Infecções Sexualmente Transmissíveis, com destaque para a síflis, propicia o con- trole desses agravos. Tal efeito depende, em parte, da qualidade da assistência ambula- torial e implica a articulação em rede entre os serviços especializados e de Atenção Primária à Saúde para o cuidado devido à saúde sexual e reprodutiva da população.