Uchoa JL, Oliveira EKF, Gomes ALA et al. Influence on conditions of health Portuguese/English Rev enferm UFPE on line. 2012 Aug;6(8):1798-804 1798 DOI: 10.5205/reuol.2931-23598-1-LE.0608201208 ISSN: 1981-8963 INFLUENCE ON CONDITIONS OF HEALTH OF THE NEWBORN ABOUT THE MATERNAL SELF-EFFICACY IN BREASTFEED INFLUÊNCIA DE CONDIÇÕES DE SAÚDE DO RECÉM-NASCIDO SOBRE A AUTOEFICÁCIA MATERNA EM AMAMENTAR INFLUENCIA DE CONDICIONES DE SALUD DEL RECIÓN NACIDO SOBRE LA AUTOEFICACIA MATERNA EN AMAMANTAR Janaiana Lemos Uchoa 1 , Emilly Karoline Freire Oliveira 2 , Ana Lúcia Araújo Gomes 3 , Emanuella Silva Joventino 4 , Marly Javorski 5 , Lorena Barbosa Ximenes 6 ABSTRACT Objective: to verify the association of self-efficacy scores for breastfeed in prenatal and in postpartum, with the health conditions of the newborn. Method: quantitative, longitudinal of the type panel study, held in Pacatuba-CE, with 50 women interviewed in the prenatal and postpartum, at the period from July to November 2011. The sample attended to criteria of inclusion and exclusion. Data collection was performed by applying two instruments: Breastfeeding Self-Efficacy Scale - Short- Form (BSES-SF) and form. The data were processed using the Statistical Package for Social Sciences version 17.0, and analyzed according to the literature. The research was approved by the Ethics Committee in Research of the Federal University from Ceara, protocol 124/2011. Results: The female participants were on average 23 years old (SD = ± 5.3), earning more than R$141.00, with eight or more years of study. There was verified statistically significant association with the BSES-SF scores in both prenatal and postpartum, at the following variables: newborns who came weighing 3000 grams or more (p=0.007), measuring between 46 and 52 cm (p=0.008), of the gender male (p=0.010), with Apgar score at the first (p=0.006), and at the fifth minute (p=0.004), greater than or equal to seven, to term (p=0.028) in exclusive breastfeeding (p=0.011), with a daily frequency of breastfeeding at the fifteenth day of puerperium of more than 10 times (p=0.010). Conclusion: The nurse must consider the health conditions of the mother and the child at the developing and implementing of strategies for the promotion of maternal self-efficacy in breastfeeding. Descriptors: breast feeding; self-efficacy; nursing. RESUMO Objetivo: verificar a associação dos escores de autoeficácia para amamentar no pré-natal e no pós-parto com as condições de saúde do recém-nascido. Método: estudo quantitativo, longitudinal do tipo painel, realizado em Pacatuba-CE, com 50 mulheres, entrevistadas no pré-natal e pós-parto, no período de julho a novembro de 2011. A amostra atendeu a critérios de inclusão e exclusão. A coleta de dados foi realizada com a aplicação de dois instrumentos: Breastfeeding Self-Efficacy Scale Short-Form (BSES-SF), e formulário. Os dados foram processados no Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 17.0 e analisados de acordo com a literatura. O projeto de pesquisa foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, da Universidade Federal do Ceará, com o protocolo 124/2011. Resultados: as participantes tinham, em média, 23 anos (DP=± 5,3), renda maior que R$141,00, com oito ou mais anos de estudo. Verificou-se associação estatisticamente significante com os escores da BSES-SF, tanto no pré-natal quanto no pós-parto nas seguintes variáveis: recém-nascidos que nasceram com 3000 gramas ou mais (p=0,007), medindo entre 46 e 52 cm (p=0,008), do sexo masculino (p=0,010), com APGAR no primeiro (p=0,006), e no quinto minuto (p=0,004), maior ou igual a sete, a termo (p=0,028), em aleitamento materno exclusivo (p=0,011), com uma frequência diária de mamada no décimo quinto dia de puerpério de mais de 10 vezes (p=0,010). Conclusão: o enfermeiro deve considerar as condições de saúde da mãe e do filho no desenvolvimento e na implementação de estratégias que visem a promoção da autoeficácia materna em amamentar. Descritores: aleitamento materno; autoeficácia; enfermagem. RESUMEN Objetivo: verificar la asociación de los marcadores de auto-eficacia para amamantar durante el prenatal y posparto con las condiciones de salud del recién nacido. Método: estudio cuantitativo, longitudinal de tipo panel, realizado en Pactuba-CE, con 50 mujeres, entrevistadas durante el prenatal y posparto entre julio y noviembre de 2011. El muestreo obedeció a criterios de inclusión y exclusión. La recogida de datos se realizó con la ampliación de instrumentos: Breastfeeding Self-Efficacy ScaleShort- Form (BSES-SF), y formulario. Los datos se procesaron en el Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versión 17.0 y analizados según la literatura. El proyecto de investigación fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación de la Universidad Federal de Ceará, protocolo 124/2011. Resultados: las participantes tenían en media 23 años (DP±5,3), renta mayor de R$141,00, con ocho o más años de escolaridad. Se verificó asociación estadísticamente insignificante con los escolares de la BSES-SF, tanto en el prenatal como en el posparto en las siguientes variables: recién nacidos que nacieron con 3000 gramos o más(p=0,007), midiendo entre 46 y 52 cm(p=0,008), del sexo masculino(p=0,010), con APGAR en el primero(p= 0,006) y en el quinto minuto(p=0,040), mayor o igual a siete, a término(p=0,028), en amamantamiento materno exclusivo(p=0,011), con una frecuencia diaria de amamantamiento en el décimo quinto día de puerperio de más de 10 veces(p=0,010). Conclusión: el enfermero debe considerar las condiciones de salud de madre e hijo en el desarrollo e implementación de estrategias que fomenten la promoción de la auto-eficacia materna en amamantar. Descriptores: lactancia materna; autoeficacia; enfermería. 1 Enfermeira da Estratégia de Saúde da Família de Pacatuba, Ceará. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: janaianauchoa@yahoo.com.br ; 2 Enfermeira. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: e.karoline@hotmail.com ; 3 Enfermeira da Estratégia de Saúde da Família de Fortaleza, Ceará. Mestre em Enfermagem. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: anabetogomes@hotmail.com ; 4 Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Doutoranda do Programa de Pós- Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: manujoventino@yahoo.com.br ; 5 Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Professor Assistente da Universidade Federal de Pernambuco. Recife (PE), Brasil. E-mail: marly_11j@hotmail.com ; 6 Enfermeira. Professora Doutora do Departamento e do Curso de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Pesquisadora do CNPq. Fortaleza (CE), Brasil. E-mail: lbximenes2005@uol.com.br ORIGINAL ARTICLE