14 o Seminário de Iniciação Científica da EMBRAPA 10 e 11 de agosto de 2010 Embrapa Amazônia Oriental, Belém-PA ANÁLISE DE ESPÉCIES ARBUSTO-ARBÓREAS DA REGENERAÇÃO NATURAL EM FLORESTA NÃO-EXPLORADA NA FLONA DO TAPAJÓS-PA Josele Lopes de Sousa 1 , Ademir Roberto Ruschel 2 , Leonardo Pequeno Reis 3 , Rhayza Alves Figueiredo 4 1 UFRA/CPATU- Bolsista, Pj. Manejo Florestal na Amazônia. gisasousa@hotmail.com 2 Embrapa Amazônia Oriental. ruschel@cpatu.embrapa.br 3 CNPq-Pibic/Embrapa/UFRA. leopequenoreis@terra.com.br 4 UFRA/CPATU. - Bolsista, Pj. Manejo Florestal na Amazônia. Resumo: O estudo apresenta os resultados da primeira medição da regeneração natural de espécies arbusto-arbóreas realizado na Flona do Tapajós, Km 67 da BR-163, no Município de Belterra. O inventário foi realizado em 18 parcelas permanentes instalados aleatoriamente em área não explorada de 30ha. Nas parcelas foram mensurados todos os indivíduos arbusto-arbóreos com diâmetros inferiores de 5cm e/ou maiores de 30cm de altura total, o que se convencionou chamar de regeneração natural. Dos dados da primeira medição foram analisados: abundância, espécies de maior dominância e a transformação de indivíduos por hectare. Objetivou-se conhecer a estrutura florística das espécies florestais dos indivíduos jovens (regeneração natural) ocorrentes em área não explorada. Os resultados evidenciam grandes variações no número de espécies registradas entre as classes de tamanho da regeneração natural e também dentro dessas, a dominância de um pequeno grupo de espécies. Contudo, é evidenciando uma forte dinâmica que ocorre constantemente na floresta, e mais acentuadamente nas classes de plantas mais jovens. Palavras-chave: dinâmica sucessional, espécies dominância, regeneração natural Introdução A exploração dos recursos naturais da Amazônia vem sendo, nas últimas décadas, a pauta de muitas discussões a respeito de como podemos usar sua biodiversidade sem degradá-la. Para tanto, hoje se pode contar com um sistema de produção florestal sustentável (Manejo Sustentável), em processo de adaptação na região, visando o uso do recurso florestal sem causar grandes impactos negativos na floresta, favorecendo o restabelecimento da estrutura floristica em período determinado que permita um novo ciclo