COBRA GRANDE: AS SIMBÓLICAS REFERÊNCIAS DO MITO EM ENGRÁCIO, LINHARES e ÉLSON FARIAS. Francisca de Lourdes Souza Louro RESUMO Sabe-se que os atos de fala nos sujeitos são aceitos por inteiro quando repetidos por uma maioria. Apresentaremos três autores que falam do mesmo objeto literário: “O mito da cobra grande”. Os estudos de narrativas com um único mito representado por três ideias, em três autores com os diletos: Arthur Engrácio (1986); Erasmo Linhares (1999) e Élson Farias (1995), estão a assegurar a multiplicação de tal elemento como se três fontes fossem, sendo o mesmo mito representado em formas diferentes e dinâmicas magistrais. A contextualização dos três rituais seja, talvez, o primeiro passo para retirar- lhe o sabor da narrativa que envolve mitologia criativa nos escritores ao criarem parâmetros sobre o embrionário mito da Cobra Grande x Navio. O conflito expressa na psiquê reflexão sobre o significado e qualidade estética ao criar dimensão pelo número de pessoas envolvidas: em nós, ouvintes ou leitores. Serão sempre esses momentos que apontam para outro tempo, outro movimento da vida na dramaturgia da vida social que envolve a Cultura, um passado que, às vezes, quer reviver-se, às vezes, esquecer-se, às vezes, compartilhar. Saí ao encontro e fui encontrada, por pouco não fui engolida pela magia da narrativa. Palavras- chave: Conto, Poesia, Cobra Grande, Navio, Mito, Cultura. INTRODUÇÃO Uma quantidade gigantesca de comportamentos nada mais são que