IX Latin American IRPA Regional Congress on Radiation Protection and Safety - IRPA 2013 Rio de Janeiro, RJ, Brazil, April15-19, 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR Análise de agrupamento na avaliação do comportamento de elementos químicos estáveis e parâmetros físico-químicos em efluente de mineração de urânio. Wagner de S. Pereira 1, 2 , Delcy de A.Py Júnior 1 ,Luis A. de C. B. Dores 1 , Emanuele L. C. Campelo 1 , Gustavo F. de Morais 1 , Alphonse Kelecom 1 e Juliana R. de S. Pereira 3 . 1 Unidade de Tratamento de Minérios – UTM. Caixa Postal 961, CEP 37.701-970, Poços de Caldas, MG, Brasil. Indústrias Nucleares do Brasil – INB. E-mail: wspereira@inb.gov.br e delcy@inb.gov.br 2 Laboratório de Radiobiologia e Radiometria Pedro Lopes dos Santos (LARARA-PLS), Grupo de Estudos em Temas Ambientais (GETA), Universidade Federal Fluminense UFF, C.P. 100436, CEP 24.001-970, Niterói, RJ, Brasil. kelecom@uol.com.br ou wspereira@inb.gov.br 3 Aluna do Bacharelado interdisciplinar em Ciência e Tecnologia, Universidade Federal de Alfenas, Campus Poços de Caldas, Rodovia José Aurélio Vilela, 11999 - Poços de Caldas - MG, 37715-400 e-mail: pereirarsj@gmail.com RESUMO A Unidade de Tratamento de Minério (UTM) é uma mina de urânio desativada. A análise estatística de agrupamento foi utilizada para avaliar o comportamento de elementos químicos estáveis e variáveis físico- químicas nos seus efluentes. A utilização da análise de agrupamento se mostrou eficiente na avaliação, permitindo identificar grupos de elementos químicos, de variáveis físico-químicas e de análises conjuntas (elemento e variáveis). Como resultado, podemos afirmar, com base na análise dos dados, uma forte ligação entre Ca e Mg e entre Al e TR 2 O 3 (óxidos de terras raras) nos efluentes da UTM. O SO 4 também foi identificado como fortemente ligado aos sólidos totais e dissolvidos e estes ligados à condutividade elétrica. Outras associações existiram, mas não se mostraram tão fortemente ligadas. Coletas complementares para avaliação sazonal são requeridas para que as avaliações possam ser confirmadas. Análises estatísticas adicionais (técnicas de ordenação) devem ser utilizadas para tentar identificar as origens dos grupos identificados nessa análise.