DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1980-0037.2015v17n5p507 original article Licence Creative Commom CC BY RBCDH 1 São Paulo State University. Human Performance Laboratory. Rio Claro, SP. Brazil Received: 30 March 2015 Accepted: 20 May 2015 Reliability of isometric and isokinetic peak torque of elbow fexors and elbow extensors muscles in trained swimmers Reprodutibilidade do pico de torque isométrico e isocinético dos músculos fexores e extensores de cotovelo em nadadores treinados Natália Menezes Bassan 1 Luiza Bertelli Simões 1 Tadeu Elias Augusto Siqueira Cesar 1 Renato Aparecido Corrêa Caritá 1 Leonardo Coelho Rabelo de Lima 1 Benedito Sérgio Denadai 1 Camila Coelho Greco 1 Abstract – In this study, it was hypothesized that the peak torque reliability would depend on the type of muscular action. Te aim of this study was to analyze and to compare the reliability of isometric peak torque (IPT) and isokinetic peak torque at speeds of 60º.s -1 and 180°.s -1 (CPT60 and CPT180, respectively) of elbow fexors (EF) and elbow extensors (EE) muscles in trained swimmers. Twenty trained male swimmers (23 ± 5 years) performed the following protocols in diferent days: 1) Familiarization to isokinetic dynamometer; 2) Two maximal isometric voluntary contractions to determine IPT and fve maximal concentric isokinetic contractions at 60º.s -1 and 180°.s -1 to determine CPT60 and CPT180, respectively (T1). Te tests for IPT, CPT60 and CPT180 determination were performed in random order, and; 3) Te same tests were performed in the same order of those per- formed on the second day (T2). Tere was no signifcant diference of IPT, CPT60 and CPT180 values between T1 and T2. Higher intraclass correlation coefcient (ICC) and lower typical error (TE) of IPT (ICC - 0.87 – 0.92; TE - 6.9 – 10.9%) in relation to CPT60 (CCI - 0.66 – 0.79, TE - 12.0 – 12.8%) and CPT180 (ICC - 0.85 - 0.85; TE - 8.5 – 9.2%) was observed. Based on these results, it could be concluded that the peak torque of EF and EE muscles presents moderate to excellent reliability, and can be infuenced by the type of muscular action performed by trained swimmers. Key words: Muscle fatigue; Skeletal muscle; Swimming; Resistance training. Resumo – Neste estudo, hipotetizou-se que a reprodutibilidade do pico de torque poderia depender do tipo de ação muscular. O objetivo do presente estudo foi analisar e comparar a reprodutibilidade do pico de torque isométrico (PTI) e do pico de torque isocinético concêntrico nas velocidades de 60º.s -1 e 180°.s -1 (CPT60 e CPT180, respectivamente) dos músculos fexores (FC) e extensores do cotovelo (EC) em nadadores treinados. Vinte nada- dores treinados do gênero masculino (23 ± 5 anos) realizaram os seguintes protocolos, em diferentes dias: 1) Familiarização ao dinamômetro isocinético; 2) Duas contrações isométricas máximas para a determinação do PTI e cinco contrações isocinéticas máximas concêntricas a 60º.s -1 e 180°.s -1 para a determinação do CPT60 e CPT180, respectivamente (T1). Os testes para a determinação do PTI, CPT60 e CPT180 foram realizados de forma aleatória e; 3) Foram realizados os mesmos testes e na mesma ordem dos realizados no segundo dia (T2). Não houve diferença signifcante dos valores de PTI, CPT60 e CPT180 entre T1 e T2. Foi observado maior coefciente de correlação intraclasse (CCI) e menor erro típico (ET) do PTI (CCI - 0,87 – 0,92; ET - 6,9 – 10,9%) em relação ao CPT60 (CCI - 0,66 – 0,79, ET - 12,0 – 12,8%) e CPT180 (CCI - 0,85- 0,85; ET - 8,5 – 9,2%). Com base nestes resultados, é possível concluir que o pico de torque dos músculos FC e EC apresenta reprodutibilidade entre moderada e excelente, podendo ser infuenciada pelo tipo de ação muscular realizada em indivíduos treinados na natação. Palavras-chave: Fadiga muscular; Músculo esquelético; Natação; Treinamento de Resistência.